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ITESC promove jornada Pastoral sobre a CFE-2010
O Instituto Teológico de Santa Catarina –
ITESC, promoveu na manhã do dia 26 de fevereiro a Jornada
Pastoral. O evento, aberto a todos os
interessados, teve como temática a Campanha da Fraternidade
de 2010, que é ecumênica, e tem
como tema
“Economia e
Vida”, e lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. O evento
era aberto a todos os interessados, e contou com a participação de mais
de 70 pessoas, entre alunos e professores do ITESC, membros de outras
denominações religiosas e outros
interessados no tema.
A Jornada contou com a exposição do Pe. Vilmar Adelino Vicente,
professor do ITESC e representante da instituição no evento, Professor
Armando Lisboa, professor do Centro Sócio Econômico da Universidade
Federal de Santa Catarina - UFSC, Pe. Roque Favarim, da Cáritas
Nacional, do Pastor Clori Trindade de Oliveira, da Igreja Metodista, e
do Pe. Elis Wolf, representante do Ecumenismo na CNBB e membro do
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - CONIC.
No primeiro momento, os expositores falaram da CFE-2010 sobre a ótica da
Economia. Pe. Elias fez a introdução ao tema, falou das motivações pela
quais a CFE-2010 foi pensada
pelo CONIC e disse que as três Campanhas
Ecumênicas têm uma intima ligação. Segundo ele, as três têm a conotação
social. Elas conclamam as Igrejas a terem um compromisso de
transformação da sociedade em vista da construção do Reino de Deus no
mundo de hoje.
Pe. Vilmar iniciou as exposições. Ele fez uma visão crítica do Texto
Base, sobretudo quanto à carência de dados e estatísticas econômicas, e
quanto à superficialidade do texto-base que, na sua visão, é pouco
profundo.
Prof. Armando Lisboa fez um relato histórico da Economia desembocando na
situação atual. Falou dos desafios de uma economia que esteja a serviço
da vida.
Já o Pastor Clori fez uma reflexão sobre o texto base. Disse que não
gostou porque ele fala da pessoa e não da comunidade. Disse que uma
pessoa só é alguém em relação ao outro. Elogiou a questão de se
trabalhar a dimensão da vida. Segundo ele, a Igreja Católica é a que
mais trabalha a valorização da vida e que isso deveria se seguido pelas
demais. Em seguida, às 10h, foi feita uma pausa para o café. No retorno,
a platéia pode fazer perguntas aos expositores.
Na avaliação de Celso Loraschi, coordenador do encontro, o evento foi
bastante positivo, tanto pelo número de participantes quanto pela
qualidade das exposições. “Demonstrando o espírito crítico dos
expositoras com relação à economia hoje e apontando caminhos para uma
economia verdadeiramente solidária”, disse.
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