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Dia 21 de julho: Tarde |
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14h00 - Fundamentos (bíblicos e teológicos) do ecumenismo na pastoral/evangelização – (Regional do RS). Rev. Luis Alberto Como temos a prática do ecumenismo em nossas realidades, Igrejas? Problemas encontrados: falta de informações e partilha de materiais, subsídios. Estes elementos são necessários para superar preconceitos. Temos a Bíblia como base doutrinária. Nossa prática pastoral precisa estimular o seu uso. A primeira medida é se despir dos preconceitos. Ler a Bíblia numa ótica ecumênica, substituir o “eu” (minha Igreja) pelo “nós” de Jesus Cristo. Toda a Bíblia pode ser lida ecumenicamente.
Pe. Léo Base missionária ecumênica: Na caminhada ecumênica é preciso entrar a palavra “transversalidade”. O ecumenismo ainda está muito “engavetado”. Há duas lacunas nas Igrejas histórias: o ecumenismo e a missionariedade (missão ecumênica). O ato de ir ao encontro, a missão de ir visitar as casas foi retomado pelos pentecostais e hoje a Igreja Católica retomou também. Ir até os que não participam efetivamente de sua comunidade. A base missionária ecumênica dentro do limite da área pastoral com coordenadores e dois membros do CONIC. Fariam na prática um treinamento ecumênico. Ação evangelizadora como adesão a Cristo. Por meio de caminhadas ecumênicas. Este conselho reunir-se-á para formar missionários evangelizadores com as seguintes tarefas: promover o ardor missionário; formar missionários leigos e religiosos; visita anual em cada família levando uma mensagem de vida; formar novos evangelizadores; procurar os ambientes mais abandonados; favorecer o intercâmbio entre ambientes mais avançados com os menos.
15h30 – Intervalo 16h00 - Grupos (questões para conversarem conforme o tema desta tarde - orientação do Regional de RS)
Quais as vantagens, desvantagens e propostas deste projeto?
Grupo 1: O plano evidencia a preparação das pessoas e a avaliação com o bispo e que todo serviço seja feito com amor. Pergunta: Como fica a dimensão missionária além fronteira? Grupo 2: Favorece a continuidade da formação, é algo diferente, é importante implantar em todas as comunidades, dá importância para a formação àqueles que vão fazer as visitas. É precisão saber conquistar para não agredi-las; o interessante é que o leigo assume. Grupo 3: Todo trabalho é voltado para o ecumenismo; é vantajoso, mas não deve partir de uma só denominação. É possível acontecer a missão, mas é preciso que haja a organização, sugere que se mantenha o respeito; um trabalho mais profundo, fazendo um levantamento entre as necessidades da região e fazer um plano de ação em conjunto com as denominações diversas daquela região. Grupo 4: Visão de Igreja e sociedade, o primeiro desafio é a família, há que se trabalhar por uma nova cultura e uma nova sociedade. Destaca como os GBR podem ajudar, com a liberdade de fala dentro do grupo. Representante da comunidade, qual o seu papel, sua responsabilidade? Qual foi o melhor caminho que a sociedade construiu: são os direitos e deveres da humanidade e a dignidade humana. Visar os excluídos a partir de conselhos ecumênicos. Grupo 5: Projeto bem intencionado, com o objetivo de evangelizar. Desafio: trabalho urbano; incentiva a organização da ação, “ide, pregai e ensinai”. Grupo 6: Qual é o conceito de missão? Proselitismo ou fazer o que Jesus disse? Isto pode ser feito em conjunto com as denominações. Por causa das missões foi criado o movimento ecumênico, o qual prega o trabalho missionário. Não vêem desvantagem, mas é preciso superar o radicalismo. Grupo 7: Exemplo: São Francisco Xavier. Vantagens: valoriza as Escrituras, acolhe a diversidade do outro, realça a importância da conjugalidade, o respeito a diversidade. Desvantagens: proselitismo. Mas vem da base ecumênica. Grupo 8: A apresentação do regimento foi válida. Mas esta forma deve servir como revisão de nossas organizações para ver se estamos contemplando a missão ecumênica. O texto ressalta a experiência da palavra na ação do Espírito Santo. Usar as experiências de At 42,47, onde através da profunda conversão se vive o ecumenismo.
Pe. Léo: O objetivo era fortalecer a comunidade local, missão interna da Igreja na cidade.
Dom Oneres: 1º Ecumenismo e diálogo inter-religioso. O ecumenismo é o diálogo entre cristãos, entre Igrejas que confessam Jesus Cristo. O diálogo inter-religioso é o diálogo com não-cristãos. 2º Sobre a fundamentação bíblico-teológica: importância da releitura da Bíblia; como ela é o fundamento de nossa ação; é preciso evitar o fundamentalismo bíblico. Que haja no ecumenismo um mínimo de compreensão comum para poder haver um diálogo. Os estudos bíblicos em comum são importantes para uma compreensão conjunta. Não instrumentalizar a Bíblia a serviço da minha verdade. É muito necessário que se tenha uma linguagem respeitosa ao usar a Bíblia para falar de outras Igrejas. Não fazermos em separado aquilo que a consciência cristã não nos impede de fazermos juntos, podemos fazer muitas coisas em conjunto, especialmente no campo social. Evitar a inveja entre os membros da igreja. 3º Dimensões possíveis da missão que podemos trabalhar em comum: pastorais sociais em prol da justiça, ecologia etc; na área da formação ecumênica (retiros espirituais ecumênicos); em casos especiais, por exemplo, junto à pessoas com deficiência, recuperação de drogados; trabalho com a juventude; a questão da sexualidade (homossexualismo, prostituição); Meios de Comunicação Social que denigrem a imagem da Igreja. Métodos de evangelização: na linguagem e na colaboração em projetos. 4º Sobre o projeto missionário que o Pe. Léo apresentou, constata que é um trabalho bem organizado. Desafios: pastoral urbana; formação de missionários; a radicalidade de algumas igrejas; que não seja um trabalho unilateral; planejamento e continuidade do trabalho.
Dom Manuel: Isto exige uma revisão da nossa concepção de missão, ou seja, é pregar o Evangelho e não trazer pessoas para a sua Igreja. Depois que a pessoa acolheu o evangelho ela vai optar por uma congregação.
18h00 - Espiritualidade – Missa presidida por Dom Manoel (Regional do RS)
20:00 – Teatro: uma peça elaborada especialmente para o evento sobre o ecumenismo, pelo grupo teatral de Blumenau. Logo após, houve a confraternização com pinhão, vinhos, sucos, pão de queijo, frios, frutas, e seresta.... (Responsável: Regional de SC)
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